YURI COSTA

Nasceu em São Luís, Maranhão. Graduou-se nos cursos de História e Direito pela Universidade Federal do Maranhão (UFMA). Possui mestrado em Ciências Sociais pela UFMA e doutorado em História pela Universidade do Vale do Rio dos Sinos (UNISINOS).É professor Adjunto da Universidade Estadual do Maranhão (UEMA), onde desenvolve pesquisas sobre História do Brasil Império e Direitos Humanos. Professor permanente do Programa de Pós-Graduação em História da UEMA (PPGHIST), vinculado à linha de pesquisa Historiografia e Linguagens. Pesquisador-líder do Novos Caminhos: Núcleo para Educação em Direitos e Acesso à Justiça (UEMA) e pesquisador do Núcleo de Estudos do Maranhão Oitocentista (UEMA). Sócio correspondente do Instituto Histórico e Geográfico de Vassouras, Rio de Janeiro (IHGV). Venceu o Prêmio Innovare, na categoria Defensoria Pública. É Defensor Público Federal no Maranhão, exercendo atualmente a função de Defensor Regional de Direitos Humanos.

Sinopse:

Justiça infame: crime, escravidão e poder no Brasil imperial.

 

Justiça infame analisa representações das elites sobre o escravo na segunda metade do século XIX e a influência de fatores políticos sobre o Poder Judiciário imperial. Tem como pano de fundo o estudo de um crime ocorrido em 1876, em São Luís, Maranhão, atribuído à senhora Ana Rosa Viana Ribeiro, personagem abastada e casada com um político influente. O suposto assassinato de Inocêncio, criança escravizada de oito anos, levou à prisão e à acusação da senhora pelo Tribunal do Júri. Aquele foi um caso sem precedentes na história do Judiciário maranhense, pois desafiou os limites do poder senhorial sobre sua propriedade escrava, além de adquirir destacada repercussão na província e mesmo na Corte. Contribui, por isso mesmo, para o entendimento da Justiça e da política no Império a partir de uma localidade periférica. Distante do Centro-Sul do país, o Maranhão tensionou as regras projetadas para o Império, imprimiu traços peculiares à armação burocrática pensada para a nação e certamente inventou formas diversas de corrupção das instituições do século XIX.

 

Sinopse:

A flor vermelha: ensaio biográfico sobre Celso Magalhães (1849-1879) – 2018

 

Trata da história de vida de Celso Magalhães (1849-1879). Destaca, além das (re)construções do personagem pela literatura que o tomou como tema, o envolvimento do protagonista com o cativeiro e com abolicionismo, seu percurso intelectual, sua atuação como literato e jurista, sua relação com a política e, mais particularmente, a participação do jovem maranhense no chamado “crime da baronesa”, vital para a crítica das representações das elites sobre o escravo na Justiça da segunda metade do século XIX e da ingerência de fatores políticos sobre o Poder Judiciário imperial.

Sinopse: Direito sentido e os sentidos do direito – 2018 (Organizador)

 

Obra comemorativa dos 10 anos do Núcleo de Estudos em Direitos Humanos e Biodiversidade, da Universidade Federal do Maranhão – NEDHBio. A obra é de vital importância para manter acesa a luz, às vezes vacilante e bruxuleante, dos direitos humanos e conservar abertos os ouvidos às vozes que nos deixam vigilantes. Professores, mestres, doutores, poetas, filósofos, todos de reconhecido mérito profissional e acadêmico, são os autores, as autoras, desta exemplar coletânea, protagonizando sadias provocações, fustigando, questionando e estimulando a nossa sensibilidade. A obra compõe um multifacetado vitral, de diferentes cores e formas, unido por invisível e habilidoso desenho interior a compor um todo.

Sinopse: Biodiversidade, democracia e direitos humanos – 2016 (Organizador)

 

A obra contém inegável riqueza temática e de contribuições, como demanda a abordagem transversal da biodiversidade, da democracia e dos direitos humanos. Assim, a revisão crítica e atualizada dos direitos humanos e a meditação sobre a abertura constitucional de caminhos promissores encontram-se aliadas à reflexão sobre o consumo e a reciclagem, à crítica articulada ao formalismo demasiado antropocêntrico, à reconstrução jurídica de categorias ambientais, à meditação sobre a temporalidade e os elementos da juridicidade. Como se percebe, eis um livro importante, que agrega “insights” estimulantes de acadêmicos destacados ao estudo de tópicos capitais para o Direito contemporâneo.

 

Sinopse: O Maranhão oitocentista, 2ª edição – 2015 (Organizador)

 

A coletânea reúne docentes e pesquisadores de diferentes instituições de ensino do Estado do Maranhão, além de um professor convidado, vinculado à Universidade Federal Fluminense, com o objetivo de debater pesquisas correlatas ao século XIX recentemente desenvolvidas no Maranhão. A organização dos trabalhos tem como base os principais temas abordados pelas pesquisas, relacionadas às temáticas da construção do Estado; escravidão; religião; gênero e família; literatura, ensino, livro e leitura. É ainda destacado o tema “Documentos e arquivos”, com o propósito de publicizar cada vez mais o acervo documental existente no Estado sobre o Oitocentos. 

Sinopse: Direitos humanos e diversidade – 2013 (Organizador)

 

A obra promove o encontro das palavras, e busca trazer, numa coletânea, o enlace do discurso teórico com a verificação da realização prática dos direitos humanos. Composto essencialmente de entrevistas com autoridades acadêmicas e militantes de diversas áreas dos direitos humanos, além de um artigo, este trabalho não evita, pelo contrário, estimula o debate sobre temas ainda inflamados na realidade internacional e brasileira, como as questões de gênero, os direitos da população homossexual, a luta pela emancipação dos negros e a dimensão dos direitos étnicos das comunidades indígenas.

 

Sinopse: O Epaminondas Americano: trajetórias de um advogado português na província do Maranhão – 2011

O livro, escrito em coautoria com Marcelo Cheche Galves, aborda a trajetória de vida do advogado português Manoel Paixão dos Santos Zacheu, que se autodenominava O Epaminondas Americano. Zacheo possuiu uma relevante e intensa participação na vida pública maranhense e brasileira no contexto da Revolução do Porto (1821), de Independência do Brasil (1822) e de organização jurídica da nação brasileira independente. Apresentou a D. Pedro I, em 1825, o primeiro projeto de Código Civil e Criminal do Império, documento que se encontra integralmente transcrito no livro.

Sinopse: Maranhão: ensaios de biografia e história – 2011 (Organizador)

 

Coletânea que reúne vinte artigos científicos sobre personagens da História do Maranhão, desde os tempos coloniais até os dias mais recentes. A obra explora a atuação, em terras maranhenses, de políticos, de artistas, de mulheres, de líderes camponeses, pastores, escravos, judeus, entre muitos outros, sempre registrando a preocupação em contemplar diferentes setores da sociedade.

Sinopse: A outra justiça: a violência da multidão representada nos jornais – 2008

 

Fruto da dissertação de mestrado do autor, o livro focaliza e disseca a violência a partir de manipulações adotadas pela mídia, ao tornar o relato de atos de linchamento, através da notícia e da imagem, um produto a ser exposto e vendido pelos periódicos.

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