Academia Atheniense de Letras e Artes 

ATHEART

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A ideia de uma academia de letras da cidade de São Luís certamente passou pela cabeça de dezenas de intelectuais de nossa cidade. Isso demonstra que era uma boa ideia. Pelos desígnios da história, coube a nós viabilizá-la.

Era um dia qualquer, em uma tarde qualquer, quando adentrava a TV Educativa para uma entrevista, encontro o amigo e irmão Lima Coelho, que me diz: “quero conversar com você, há muito tempo”. Diga, meu irmão, respondi. “Vamos fazer a Academia de Letras de São Luís”. É desnecessário dizer que a proposta foi aceita.

Não havia uma ideia pré-formada dos passos a serem seguidos. Pensamos alguns nomes e partimos para marcar uma reunião inicial. Compareceram sete: João Bentiví, Lima Coelho, Fernando Novaes, Zefinha Bentivi, Maria Inêz Queiroz, José Maria Nascimento e José Raimundo Gonçalves.

Muitas reuniões se seguiram e cada confrade é testemunha de que, a cada uma delas, saíamos mais empolgados e felizes: estabelecemos uma convivência baseada nas coisas provindas do coração. Entretanto tornou-se obrigatório avançar. Avançamos!

Algumas informações são necessárias. O adjetivo “atheniense” não é desprovido de razão.

Consensualmente, entendemos que o gentílico “ludovicense” não soa muito bem. Se o nosso interesse é o resgate da outrora Atenas Brasileira, por que não fazer a academia “atheniense”? Com “th”, decerto!

A academia por seu próprio nome não se adstringe às letras, somente. É das artes, também. O requisito principal não é o indivíduo ter escrito uma dezena de livros, mas, primariamente, que seja AMANTE DO BELO. A sensibilidade artística é, para nós, condição inarredável para transpor os umbrais dos nossos quadros.

Nos seus sete membros fundadores abarcamos muitas matizes da sensibilidade humana: poetas, músicos, cantores, contistas, cronistas, críticos, teatrólogos, escritores, professores, filólogos, etc. Alguns, de fato, filhos dessa cidade. Outros, como eu, por ela adotados e, de qualquer modo, com a sensação de filho dessa terra.

A nossa proposta está baseada na paz, harmonia e concórdia, sem olvidar a ousadia.

O “I SARAU DE ATHENAS” é somente o início de uma série histórica de saraus. Pode acontecer em qualquer lugar: nos salões dourados ou em uma praça da Cidade Olímpica. Para a AALA, literalmente, o artista tem que ir aonde o povo está.

Queremos caminhar solidários com as outras academias congêneres, quem sabe construindo um grande movimento literário, em todo Maranhão. Queremos estar solidários, também, com a Academia Maranhense de Letras, que tem dado todo apoio às outras academias municipais e, certamente, o fará com a AALA.

A propósito, contamos com a presença de todos os presidentes de academias de letras municipais e, de modo especial, com o amigo Jomar Moraes, presidente da AML, a quem convidaremos pessoalmente. Esse convite é extensivo a todos os outros acadêmicos.

A receptividade desse empreendimento artístico-literário é muito superior às mais otimistas expectativas. O interesse demonstrado tem aumentado a nossa responsabilidade. Os poderes constituídos, por nós procurados, até agora, foram absolutamente solidários, destacando-se  o Presidente da Assembléia Legislativa, Carlos Alberto Milhomem e o Governador José Reinaldo Tavares. A AALA, antecipadamente agradece.

Por último, desejamos frisar que há uma norma pétrea, nos fundamentos éticos da AALA: todo interesse excludente político-partidário e religioso é inconveniente para nossos trabalhos e nossos destinos. Ninguém será ou não será da academia por pertencer a esse ou aquele grupo político. Repito. A AALA não será palco para pregação religiosa ou política, muito menos, censura de qualquer natureza.

Assim, só nos resta, ansiosos, esperar o dia 7 de novembro. Noite de lua cheia, propícia para os amores, propícia para as coisas do coração. A expectativa é tamanha, que estou com saudades do I SARAU DE ATHENAS!

A ACADEMIA ATHENIENSE DE LETRAS  ARTES (ATHEART)  foi fundada em 27 de novembro de 2002, por iniciativa pioneira, com o objetivo primordial de resgatar as tradições culturais da ilha de São Luís, culturalmente e orgulhosamente  denominada , ATHENAS BRASILEIRAS.

Naquele momento era evidente que alguma coisa deveria ser feita em favor da cultura de nossa cidade e a única arma que estava disponível era a vontade de realizar algo em favor das letras e artes.

Realizamos: fundamos a ATHEART.

As reuniões preparatórias se realizaram nas dependências da antiga UNIMED de São Luís, capitaneadas por doutor João Melo e Sousa Bentivi, então Diretor Comercial daquela instituição.

Após muitas reuniões e debates foi determinada a sua instalação e eleita a diretoria, evidentemente composta pelos membros, doravante denominados FUNDADORES e eram em número de sete, decidindo-se, também, que lhes seria facultado a prerrogativa de serem os patronos de suas respectivas cadeiras e, na ocasião, determinado que o número de cadeiras seria de 40 (quarenta), seguindo as tradições acadêmicas.

A ordem das cadeiras dos patronos foi assim determinada, na cerimônia de instalação da ATHEART:

  • CADEIRA 01 – JOÃO MELO E SOUSA BENTIVÍ

  • CADEIRA 02 – CARLOS ALBERTO LIMA COELHO

  • CADEIRA O3 – LUIZ FERNANDO CARVALHO NOVAES

  • CADEIRA 04 – MARIA INEZ SILVA QUEIROZ

  • CADEIRA 05 -JOSEFA MELO E SOUSA BENTIVI ANDRADE (ZEFINHA BENTIVI)

  • CADEIRA 06 – JOSÉ MARIA NASCIMENTO

  • CADEIRA 07 – JOSÉ RAIMUNDO GONÇALVES

A diretoria da ATHEART foi assim constituída:

  • Presidente: João Melo e Sousa Bentivi

  • Vice-presidente: Carlos Alberto Lima Coelho

  • Secretário-Geral: Luiz Fernando Carvalho Novaes

  • 1º Secretário: Josefa Melo e Sousa Bentivi Andrade

  • 2º Secretário: José Raimundo Gonçalves

  • 1º Tesoureiro: maria Inez Silva Queiroz

  • 2º Tesoureiro: José Maria Nascimento

Em 16 de abril de 2010, em resolução de diretoria, foi determinado os patronos das cadeiras de número 08 (oito) a 20 (vinte), assim nominados:

  • Cadeira 08: Catulo da Paixão Cearense

  • Cadeira 09: Antonio Almeida

  • Cadeira 10: Humberto de Campos

  • Cadeira 11: Vespasiano Ramos

  • Cadeira 12: Maestro Nonato (Raimundo Nonato Rodrigues Araújo)

  • Cadeira 13: Raimundo Nina Rodrigues

  • Cadeira 14: João do Vale

  • Cadeira 15: Rosa Mochel

  • Cadeira 16: Luiz Carlos Cunha

  • Cadeira 17: Erasmo Dias

  • Cadeira 18: Amaral Raposo

  • Cadeira 19: Bernardo Coelho de Almeida

  • Cadeira 20: Rubem Almeida

Os atuais membros da ATHEART, além dos fundadores, são:

  • Cadeira 08 – Luiz Régis Furtado

  • Cadeira 09 – José Eduardo Sereno

  • Cadeira 10 – Josimael Pinheiro Caldas

  • Cadeira 11 –   Moizes Raimundo Lobato Nobre

  • Cadeira 12:  Paulo Cesar Felizardo da Silva ( Paulo Piratta)

  • Cadeira 13: Moisés Abílio Costa

  • Cadeira 14: Hilmar Ribeiro Hortegal

  • Cadeira 15: Márcia da Silva Sousa

  • Cadeira 16: Érico Brito Cantanhede

  • Cadeira 17: Eloy Melônio do Nascimento

  • Cadeira 18: Maria das Neves Oliveira e Silva Azevedo

  • Cadeira 19: Maria do Perpetuo Socorro de Azevedo Veras

  • Cadeira 20: Igor Marcelo Castro e Silva