Iramir Alves araujo

Historiador, Mestre em História Social pela Universidade Federal do Maranhão, escritor, roteirista e editor. Publicou as obras em quadrinhos ‘‘Corpo de Delito’’- Quadrinhos policiais inspirados na crônica policial de São Luís-MA, com desenhos de vários artistas; ‘‘Balaiada - A Guerra do Maranhão’’ e ‘‘Ajurujuba - A Fundação da Cidade de São Luís’’ e "Jurados de morte", além de quadrinhos educativos e institucionais. Publicou, também, ‘‘A Flecha a Pedra e a Pena’’ sobre a primeira revista ilustrada do Maranhão, editada pelo jornalista João Afonso do Nascimento com a colaboração de Aluísio de Azevedo.

OBRAS DO AUTOR

Sinopse:

O Mulato

A obra-prima O Mulato, de Aluísio Azevedo, ganha enredo  na versão em quadrinhos pelo escritor Iramir Araujo.

O trabalho é resultado de um projeto que teve início em 2017. Além de ressaltar o contexto histórico, o livro também traz novas visões que debatem o tema do preconceito racial na atualidade.

Sinopse:

Ajurujuba - A fundação da

cidade de São Luís

A história trata da aventura empreendida pelos franceses com o objetivo de colonizar a região norte do Brasil e, em particular, o Maranhão, com a fundação de uma colônia chamada França Equinocial. É também a história de como o império espanhol reagiu para por fim às pretensões dos normandos.

A aventura se desenrola em meio a viagens pelos mares, intrigas palacianas, acordos, traições e o envolvimento de milhares de índios, os habitantes originais de Upaon-açu, em uma guerra cujos vencedores acabariam por sobrepujar sua cultura, impondo sobre ela o peso da cruz e da espada.

Para a criação da obra, houve uma cuidadosa pesquisa bibliográfica e iconográfica.

 "Exploro sempre que posso, de contar histórias ambientadas no Maranhão”.

Sinopse:

A Balaiada

Na isolada Vila da Manga, na província do Maranhão, o vaqueiro Raimundo Gomes Jutahy, deu início a uma revolta popular. O estopim foi a prisão injusta do irmão pelo poder constituído.

Raimundo Gomes reuniu um grupo de homens e invadiu a cadeia do povoado, Libertando seu irmão e a outros prisioneiros e fez uma proclamação, incitando o povo a rebelar-se contra os desmandos dos governantes de então.

Essa revolta duraria mais de três anos (de 1838 a 1841), assumindo proporções nunca vistas no Maranhão. As lutas e seus efeitos se estenderam pelas províncias vizinhas do Piauí, Ceará, Pernambuco e até do Pará.

A mobilização fugiu ao controle das autoridades provincianas e mobilizou o governo imperial, o qual, vendo seu poder contestado, enviou para o local o Coronel Luis Alves de Lima, com a missão de sufocar a Balaiada.

Resgatar um importante evento da história nacional, a fim de mostrá-lo sob uma perspectiva diferente da contada nos livros de escola. Esta proposta permeia o projeto de muitos álbuns, como Adeus, Chamigo Brasileiro, Chibata! João Cândido e a revolta que abalou o Brasil e este Balaiada – A guerra do Maranhão.

Sinopse:

Jurados de morte

Com duas HQs em preto e branco, tramas são ambientadas no Sertão do Nordeste brasileiro. Segundo Beto Nicácio, “Jurados de morte é uma espécie de acerto de contas de personagens marcados pela rudeza daquela região geográfica com seu destino sempre incerto”.

Para o roteirista Iramir Araujo, as histórias se passam em uma região limítrofe “entre o que vemos e o que nos é ocultado; entre o que imaginamos e o que se revela aos nossos olhos. Uma região inventada, mas tão familiar, que soa verdadeira e, por isso, converte-se aos poucos em uma ideia de que poucos possam duvidar”.

Sinopse:

A flecha, a pedra

e a pena

Na quadra final do século XIX surgiu “A Flecha” a primeira revista ilustrada do Maranhão, que pretendia, segundo seus criadores João Affonso Nascimento e Aluísio de Azevedo, “vibrar os golpes de sua crítica imparcial e justiceira aos costumes da sociedade.

A Flecha manteve um embate sem tréguas contra a igreja, defendeu a República, o fim do escravismo e questionou os poderes constituídos. Utilizou como armas de combate, o humor em suas variadas vertentes. A Flecha foi, antes de tudo, um sopro de frescor na grave formalidade da imprensa maranhense.

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