José Ribamar Monteiro Filho

Pais: Raimunda Silva Monteiro e José Ribamar Monteiro;

Nasceu em São Luís do Maranhão no dia 28 de maio de 1935, na Rua do Sol, 585, canto com o antigo Beco da Mangueira.

Cursou parte do primário na Escola Modelo Benedito Leite, mudando-se com a família para Barra do Corda em junho de 1944, quando o pai foi nomeado Engenheiro Agrônomo da Colônia Agrícola dessa cidade. Lá concluiu o primário e, em dezembro de 1946, com 11 anos de idade, foi mandado para o Seminário dos Frades Franciscanos em Messejana, Fortaleza, Ceará.

Em 1951, viajou para Guaramiranga, na serra de Baturité, onde fez um ano de Noviciado e os três anos do curso de Filosofia, findos os quais regressou para São Luís;

em 1956, prestou vestibular para o Curso de Direito na Faculdade de Direito de São Luís, recebeu o grau de bacharel em Direito em 1960, mudando-se em 1961 para o Estado do Pará.

Foi Promotor de Justiça na cidade de Soure e Promotor Curador de Menores em Belém. Requisitado pela SUDAM, especializou-se em Incentivos Fiscais na SUDENE e participou, na sede do antigo Ministério do Interior, no Rio de Janeiro, da elaboração dos textos das Leis nº 5.173/66, que cria a SUDAM, e nº 5.174/66, que dispõe sobre a concessão de incentivos fiscais à Região Amazônica.

Exerceu a advocacia, pós graduou-se em Direito Civil e Direito Processual Civil pela Universidade Estácio de Sá, com apresentação de monografia, e prestou serviços à OAB/PA como Diretor da Escola Superior de Advocacia – ESA e como Juiz Membro do Tribunal de Ética e Disciplina – TED.

Por fim, aposentado, adotou a profissão de escritor.

OBRAS DO AUTOR

tem cunho autobiográfico, descreve parte da infância do autor, a odisseia que foi a viagem de São Luís para Barra do Corda, subindo o Rio Mearim durante 14 dias em condições precaríssimas, a vida da família na nova cidade, a educação religiosa, sua ida para o Seminário aos 11 anos, com especial destaque para a nova experiência: uma criança que teve de enfrentar o desconhecido, superar a saudade e a tristeza e adaptar-se, praticamente só, às novas condições a que fora conduzido, por ser o primogênito escolhido para o sacerdócio.

Em verdade, assimilou o tempo de reclusão (sem ir à casa dos pais uma única vez) até que, após dúvidas e aconselhamentos, estes sempre tendentes a demonstrar que era um excelente aluno (e, de fato, era), e que tudo seria superado com orações e as orientações dos mais experientes e que iria estudar teologia na Universidade Gregoriana em Roma, decidiu que aquele não era o seu caminho. Voltou ao aconchego da família que deixara há 9 anos, ditado agora pela inteligência e pelo coração.

"Das Mercês presenças

que já não são"

 

 

Foi inspirado a partir do momento em que, com o falecimento dos nossos pais, ou outros 13 irmãos escolheram o irmão mais velho para acompanha-los. Assim, mesmo a distancia, cada um recebia, a cada Natal, uma mensagem de caráter edificante. Até que uma das irmãs, Maria de Jesus, sugeriu que as mensagens fossem consolidadas num livro.

Então, tomei 16 cartas já escritas e acrescentei 12 contos e crônicas, do que resultou Das Mercês, em homenagem a uma mendiga com quem tive uma prazerosa conversa no interior da Igreja das Mercês, em Belém. O nome dela é Maria das Mercês, que se tornou minha grande amiga.

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