Raimundo Carneiro Corrêa

Membro da Associação Maranhense de Escritores Independentes -AMEI e da Academia Esperantinopense de Letras. Leitor de Olímpio Cruz, apreciador dos sons violão de Rosa de Canaã Ribeiro, e feliz das festividades da fé dos outros barracordenses com quem aprendeu a ler. Eles, elas desceram o Rio Mearim abaixo, vindo na multidão que se chamou Cidade, em 1954, cidade da esperança- Esperantinópolis.

Interiorano. Exerceu a profissão de educador por mais de quarenta anos e escrevi em prosas e versos.

Foi chamado um dia a escrever um folheto sobre a história de sua cidade. O fez com presteza, saiu o opúsculo NOTAS HISTÓRICAS DE ESPERANTINÓPOLIS (1970). Em seguida, das festas do  folclore local, de memórias das encrencas politicas, mas também, do amor que gera vida, escreveu o livro NOITE DOS PALMEIRAIS, contos (1973).

Decorrido bastante tempo, somas de eventos de lutas e construções de trincheiras, publicou  "TRINCHEIRA DO AZUL", crônicas (1989), também  escreveu o  romance, do que resultou "AS VAIAS DA GALERA" (1994), premiado pelo Plano Editorial SECMA/SIOGE.

Em seu viver, chegou aos setenta anos de idade com gratidão, escreveu um livro, Abril, crônicas (2010), daí seguindo, por mais um romance histórico, "MANDINGA" (2013).

E tomando o roteiro de Notas Históricas de Esperantinópolis, escreveu, todo memórias, o "MOENDAS E FUSOS" (2015). Contribuindo para o conhecimento de personagens e fatos que conheceu, participou e recebeu de antepassados testemunhos na construção de nossa história.

E agora, está com "SINOS DE NOVEMBRO", todo poesia. A de sua  experiência lírica que abrange o período que vem dos anos oitenta até estes anos de mais de 2010 para cá.

Em versos de memórias, viver, sonhar, meu bem querer transcrito das lousas de suas aulas dadas, projetos em buscas de luzes, ritmos e cores para que a educação faça-se mandinga brincadeira encanto de educadores e alunos na festa dia-a-dia em plenas descobertas da novidade vida.

Sinopse: " Sinos de Novembro"

O livro Sinos de Novembro é do gênero memória-poesia. É um livro cultural, do escritor Raimundo carneiro Corrêa, que registra poesias no período de 1980 a 2015 do romântico autor memórista, pois um povo sem memória é um povo sem história. O livro conta com 136 páginas. Muito bem dividido, o livro está segmentado em três partes, o primeiro, segundo e terceiro livro/capítulos.  É importante lembrar que os dois primeiros livros ou capítulos são de poesias e poemas, já o terceiro tem um diferencial é um Sarau de Letras com o Poeta Maranhão sobrinho, um segmento completo em homenagem a este grande escritor e jornalista brasileiro, fundador da Academia Maranhense de Letras.

Raimundo Carneiro Corrêa é maranhense de Esperantinópolis, Médio Mearim. Educador aposentado, contista, romancista, memorialista, poeta. Escreveu e publicou muitos livros, um deles, ”As vaias da galera”, romance premiado em concurso do Plano Editorial SECMA/SIOGE (1994. Raimundo Carneiro Corrêa, desde a juventude tem se dedicado às causas da educação, da cultura, da democracia. Protagonizou lutas, movimentos, sofreu derrotas, colheu vitórias. É autor dos símbolos Municipais, a Bandeira, o Escudo D’Armas, a letra do Hino, que a esposa Graça Lima musicou.

Sinopse: "Trincheira do Azul"

Mais do que brincadeira! Azul do tinteiro que a pena apanha e se faz texto poesia. Daí, TRINCHEIRA DO AZUL, num inverno de guerra que dá ao riso momentos de diversão. Divirta-se com a poesia! Há quem diga ao leitor decidido à leitura do autor Raimundo Carneiro Corrêa que registrou em TRINCHEIRA DO AZUL muitas das suas memórias em prosas e versos.

São crônicas, poemas, narrativas de festas, lutas, o amor está presente, como o milagre gerador da vida e da paz, quadros de uma memória de muita beleza a impregnar o artesanato literário como o autor construiu seu terceiro livro, seguindo o caminho de sua estreia com NOTAS HISTÓRICAS DE ESPERANTINÓPOLIS e também NOITES DOS PALMEIRAIS.

Contos, como uma Pintura do Cão,; poemas como, Queijo Poder, a poética Carta para a Cidade de São Paulo e o poema título que satiriza um certo e muito temido Coronel, contra quem o Autor dispara todo o seu poder poesia de valente e destemido lutador.

TRINCHEIRA DO AZUL é o resultado de uma luta. Onde o então professor-poeta-autodidata-lutador em prol da democracia, onde vive e recebe a Poesia do Mundo. Recepciona Neruda, Castro Alves, Ferreira Gullar, acolhendo-os nos seu poema Onde Chega a Poesia. Onde? Sim! Em Esperantinópolis, a arena de sua luta, cenário do seu lirismo, a terra amada e defendida por sua Trincheira. 

Sinopse do livro: " Notas Históricas"

 

Um opúsculo, é o resultado de um trabalho escolar redigido em 1968.Motivado por uma nota de avaliação de estudos em Língua Portuguesa, o então estudante do Ginásio Bandeirante, Raimundo Carneiro Corrêa, pôs-se a pesquisar e o redigiu e ganhou nota dez. E a torcida a favor de impressão do trabalho, tornando-o lido e apreciado, ganhando, depois, mais duas reedições.

Como o título diz, são um conjunto de notas em referência à história de Esperantinópolis. Os inícios da povoação que deu origem à cidade, com ênfase às migrações – nordestinos e sertanejos dos altos sertões maranhenses. À economia impulsionada pela produção e comercialização de produtos como o algodão e a ingente indústria da cana-de-açúcar. Com a cidade então se formou, como se deu a sua emancipação e, por ultimo, à ação dos missionários Capuchinhos que deram uma contribuição histórica na formação cultural-educacional, influenciando a formação do centro urbano da cidade, vocação a que seu nome diz.

Esperantinópolis leu de si, sua própria história, perguntou e buscou no seu passado recente as origens que lhe deu o título e a honra de cidade líder na região, de modo a influenciar a emancipação de mais dois povoados, São Roberto e São Raimundo do Doca Bezerra que, no final do século XX obtiveram também seus títulos de Cidades.

Sinopse: "Noite dos Palmeirais"

O Mamulengo em NOITE DOS PALMEIRAIS reedita a coleção de contos de Raimundo Carneiro Corrêa, publicados, em primeira edição em 1973.

Por estes quarenta anos, buscas por suas leitura tem sido constante, dada a beleza das estórias narradas, em que o povo maranhense, vive poesia cantiga dos ventos, enredos de festas, folclore, artes do amor gerando cidades, fazendo povoações, protagonizando história que a politica, com artimanhas vai tecendo em lutas pelo poder.

O Maranhão rural do Século XX, Médio Mearim, terra de promissão para os nordestinos que trazem o sol, força e alegria. Também a dor. No entanto, as curas se dão geradas pelas bênçãos de altares e rezas, luzes, quermesses, promessas de uma população crente, trabalhadora e fiel às alianças que faziam a expansão por centros, povoados, vilas, enfim, cidades.

O Livro de 1973, reedita-se. As mesmas histórias, mesmos personagens, mas novas narrativas contam-se nos mesmos cenários, mas um novo e bem aprimorado estilo em que a poesia está presente numa prosa bem elaborada e, sim, bem renovada.

Sinopse: "Moedas e Fusos"

Engenhos de pau de moagem da cana de açúcar. Fusos manuais, rocas... As rocas produziam mais fios de algodão para as tecelagens de redes de dormir.

A cana de açúcar e o algodão, os primeiros produtos da agricultura pioneira, dos primeiros que vieram habitar e fundar a povoação que deu origem à Cidade de Esperantinópolis-MA. Nas moendas dos engenhos produzindo a garapa doce para a fábrica do açúcar, rapadura, cachaça; também nos fusos nas mãos femininas em adjuntos de fiação... As imagens que deram nome ao livro de Raimundo Carneiro Corrêa num conjunto de crônicas-poesias num reviver feliz de um Século de história.

O livro começa com o desbravador Cândido da Silva em 1910. Conta-se que havia um boi a beber nas águas da Lagoa... Une-se o símbolo e a realidade! O boi que Candido Silva tangia em boiada que pode ser real porque a região do Angelim já era densamente povoada, na margem direita do rio Mearim, e a carne de boi já era mercadoria, sim, no começo do Século XX.

Pois, partindo desse episódio, o autor viaja por um século, até o ano de 2010, contando suas memórias e as dos seus ancestrais que lhe contaram. É mesmo um livro de memórias em que a poesia se faz presente em todas as páginas.

Sinopse: "Mandiga"

Trata-se de uma magia poética em prosa, romance do escritor maranhense, de Esperantinópolis, Raimundo Carneiro Corrêa. Um livro de encantamentos ambientado no interior do Estado do Maranhão, remoto médio rio Mearim, onde se dá a saga de Cleto Carpina e Cissi, os protagonistas, que se enredam em ações com personagens históricos, numa artesanal narrativa de ficção e realidade, em época da primeira metade do século XX.

Na ambicionada floresta por caminhos de desbravadores repercutiam ecos da história universal em apreensões, quando sobrevoava as matas um avião norte americano da base aérea de São Luís, que o nazi-fascismo encarnava-se no guarda Cazuza, o comunismo era simpatizado pelo José Sapateiro e a catequese dos Padres Capuchinhos fazia-se ouvir em sinos, teciam-se contos, tantos, dando risos, raivas e rosas...As rosas da francesa Teresinha de Lisieux que veio também morar no oratório da Vila Boa Esperança, de comerciantes, canaviais, roças de algodão, tropeiros piauienses.

Corrêa vem de uma experiência calma, porém exitosa com ingresso na literatura maranhense conquistado em concurso do Plano Editorial SECMA/SIOGE ( 1994 ) com o romance AS VAIAS DA GALERA. Depois de mais de uma década, sem publicar trabalhos, presenteia amigos e companheiros da Academia Esperantinopense de Letras, da qual é membro fundador da cadeira Nº 01, Patrono Olímpio Cruz, presenteia-os, sim, com o livro ABRIL ( 2010) marca de seus quarenta anos de experiência de escritor.

Sinopse: " As Vais da Galera"

Galera em vaias! Um momento de frustração, de uma plateia que se decepciona e diz um não coletivo. Quando um herói fracassa.

A arena se esvazia e o lutador vencido abre caminho em meio à solidão de uma derrota.

Em AS VAIAS DA GALERA o Autor Raimundo Carneiro Corrêa compôs um enredo de medo a partir de um estampido, um tiro de espingarda que atingiu a um outro e não ao personagem. Este trazia a sina do viver confuso, desde a infância, mas contando com a beleza física, da boa inteligência, do jeito malandro de contornar situações, dando-se bem no amor, no viver da pacata cidade de Esperantinópolis do final dos anos de mil novecentos e oitenta, tempo histórico do romance.

Quando Esperantinópolis era a dos momentos de lutas pela posse da terra, das migrações juvenis para São Paulo, o Maranhão das fraudes eleitorais e a politicagem envolvia quase todos os setores. Mas a esperança viceja em artes. Nos muros, nas escolas, nas noites, nos dias, havia um desejo de construção e por liberdade que enfrentava poderes.

Este o cenário do período em que Raimundo Carneiro Corrêa escreveu o romance que mereceu publicação do Plano Editorial SECMA/SIOGE-1994. Um aplauso ao Trabalho que vinha realizando, como educador e ativista cultural. Sem sair dos limites interioranos onde nasceu e viveu, lutou muito para aprender como autodidata, oferecendo-se, no entanto, neste romance, testemunho fiel da realidade de sua urbe, com todos os seus desafios e contrastes.

Sinopse: "Abril"

ABRIL, o mês, a memória, conjunto de poucas crônicas que um autor feliz por viver, assim se expressou, em tons oratórios. Liricamente, chamou de LUZ uma interlocutora a quem se dirige no seu conjunto de poemas discursos.

Encerra a breve coletânea, um conjunto de poemas, em versos livres que no mesmo tom de expressão temática.

Como escreveu o saudoso Edézio Monteiro (2005) sobre o livro ABRIL,

“Poeta da Luz,, vida, graça, esperança... Lúcido,

lírico, brincando com as palavras, na maresia do vai-e-volta”

Assim, o livro ABRIL marca o encontro do poeta com a sua missão, no encontro pessoal diante do “branco azul papel letra”. Formalizando a experiência de tirar do “azul jitirana  rama livro liberdade”, coroando com muita genuinidade os 40 anos de vida literária do autor.

Isto mesmo! Um livro caminho para a liberdade. 

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