Ana Paula Verde 

Doutoranda em Educação pelo Programa de Pós-Graduação em Educação da Universidade Estadual do Ceará (PPGE/UECE). Mestra em História Ensino e Narrativas pela Universidade Estadual do Maranhão (PPGHIST/UEMA) e em Inovação Pedagógica pela Universidade da Madeira Portugal (UMA).

Graduada em História e Pedagogia pela Universidade Federal do Maranhão (UFMA). Especialista em Psicopedagogia pela Faculdade Internacional de Curitiba (FACINTER) e em Psicologia da Educação pela Universidade Estadual do Maranhão (UEMA).

Pesquisadora bolsista pela FAPEMA (Fundação de Amparo a Pesquisa no Maranhão) durante os anos de 2013-2017. Participa do Grupo de Pesquisa Fundamentos e Metodologias do Ensino de História na Educação Básica (GRUPEHEB/UFMA) e do Grupo de Estudos e Pesquisas em Docência na Educação Básica e Superior pela Universidade Estadual do Ceara (UECE) e Integrante do Grupo de Extensão em Formação Continuada em Gênero e Educação para Relações étnicas Raciais.

 

Professora bolsista pelo PARFOR/UFMA (Programa de Formação de professores da educação básica) no Curso de Pedagogia e História. Professora da Educação Básica do Maranhão (ensino fundamental e médio) há 18 anos.

OBRAS DA AUTORA:

 

"Projeto Quilombo"

 

 

 

O livro “Projeto Quilombo uma forma de resistência negra” analisa e descreve as práticas pedagógicas para a educação das relações étnico raciais que possibilitam a formação de indivíduos críticos e reflexivos dentro de uma sociedade plurirracial e multicultural como a sociedade brasileira.

A pesquisa foi voltada para o efetivado pelos professores e alunos do Centro de Ensino Liceu Maranhense, analisando o seu desenvolvimento através da descrição etnográfica das práticas pedagógicas desenvolvidas objetivando identificar a existência de inovação pedagógica nas referidas práticas docentes, e da observação das mudanças de dentro para fora do ambiente escolar, no que se concerne à reflexão, criatividade ao sentido crítico e autocrítico, envolvendo novas formas de organização do espaço letivo e a assunção de novos comportamentos atitudinais e procedimentais dos professores e dos alunos.

 

Fundamentou-se na abordagem qualitativa de cunho etnográfico através da observação participante, seguindo a metodologia etnográfica, de releitura e interpretação do tecido social da escola, lugar desta investigação, ancorada em observação, entrevistas e questionários semiestruturados, valorizando o contexto escolar, utilizando um referencial teórico pertinente ao tema e à linha de investigação.

Ao proceder-se à triangulação dos dados recolhidos, identificou-se  que na escola pesquisada existem práticas pedagógicas inovadoras que remetemos a uma educação para as relações Étnico raciais por parte de um contingente mínimo de professores e alunos, que apontam para um espaço escolar pluriétnico e multicultural, apesar de esses profissionais ainda não terem a medida exata das contribuições de tais práticas pedagógicas para a cultura escolar.

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