Antonio  Melo

Antonio do Espírito Santo Melo nasceu em Palmeirândia, registrado em São Bento – Maranhão em, 14 de novembro de 1945. Filho de Ângelo Pereira Mello, Marceneiro entalhador, Escultor e músico e de Maria Raimunda Lobato Mello, artesã (ambos falecidos).

Antonio é autodidata, Marceneiro aposentado, Técnico em Eletrônica – Rádio e Televisão pela instituição Occidental Schools de São Paulo – SP – Brasil.

Cursou Desenho Artístico no Instituto Padre Réus em Santa Cruz do Sul – RS, em 15 de maio de 2009 e fez uma etapa do Curso Profissional de Solda Elétrica na antiga Escola Técnica do Maranhão.

Estudou o antigo primário na Escola Benedito Leite e primeiro ano ginasial no Liceu Maranhense. 

Em 2008, concluiu o Ensino Médio no Centro de Educação de Jovens e Adultos (CEJA) em São Luís – Maranhão.

Membro Fundador da cadeira 12, patrono Vitor Lobato - da Academia Luminense de Paço do Lumiar, (ALPL) fundada em 09 de maio de 2012. Filiada a Federação das Academias de Letras do Maranhão.

Idealizador e Fundador, Vice-presidente do Instituto Histórico e Geográfico do Paço do Lumiar (IHGPL).

Membro Fundador Associação Maranhense dos Escritores Independentes (AMEI) e Membro Fundador da Associação Maranhense dos Artistas Plástico (AMAP) – 25 de setembro de 2016.   

Membro Efetivo da Sociedade Latina de Cultura do Maranhão, (SLCMA).

Concursos

Participou de várias exposições individuais e coletivas.  Vencedor de vários concursos nacionais e locais.

Primeiro lugar no Júri Técnico no Concurso do Palacete Gentil Braga na categoria de presépios, em 2008 – (UFMA).

Em 2009 venceu o concurso de presépios, classificado em segundo lugar pelo Júri Técnico e em primeiro lugar pelo Júri Popular, no Gentil Braga (UFMA).

Em 11 de novembro de 2009 recebeu o prêmio, em primeiro lugar no concurso JUÇARARTE na Galeria “Zaque Pedro”, promovido pela Fundação Municipal de Cultura de São Luís – MA.

Primeiro lugar no Concurso de Arte Consciente com o tema “Sons do Brasil”. Concurso promovido pela Mega Artesanal 2009 WR São Paulo, em nível nacional, com a obra o “VIOLEIRO”. A referida peça ficou vários dias exposta na exposição em New York, na International Gift Fair (NYIGF), entre 15 a 20 de agosto de 2009.

Em 2014 participou do V Salão de Artes de São Luís e foi selecionado com a obra

“Espelho Urbano”.

Em 30 de junho de 2015 ganhou em terceiro lugar na Exposição do (MHAM) no Salão de Artes Visuais “São Luís Marinhas” na categoria Artesanato Náutico – 150 Anos da Batalha Naval do Riachuelo, São Luís – MA.

 

Participou do concurso “Promoção Conte sua história”, com o conto “O Café do Aníbal”, história selecionada entre as mais originais, prêmio concedido pela Promoção do Café Viana na cidade de Imperatriz – Maranhão.

 

Participação no Livro Conteúdo Programático das Ações do SCFV - 2013 – Paço do Lumiar - Lançado no dia 09 de 2013 pela Secretaria Municipal de Desenvolvimento Social no Convento da Purificação – sobre materiais recicláveis.

 

Lançamento de livros.

“Contos e Histórias de Melo”, lançado na 7ª Felis, Feira do Livro de São Luís – MA em 2007, no prédio da Faculdade de História.

A Face Inspiradora da Poesia (Poesias contos e crônicas), lançado na Feira do Livro, a 9ª Felis, na Casa do Maranhão em 2009.

Livros registrados e publicados:

Livros lançados: “Nem crise nem gripe, é melhor sorrir” – em 2006.

 “Contos e Histórias de Melo II”, “O bicho do Zoolhão” – 21 de maio de 2012.

“As proezas do filho do pescador”, em 12 de julho de 2013 na Felis.

“Felipe Pai d´égua” (Romance) em 2019 na Felis.

“Cozinhando osso” comédia na Felis.

“Robô Tote: Sucata de aço” memórias.

A serem publicados:

“Ignoto vira porco” conto.

“A anfibologia do guriatã” conto ecológico.

“Tríduo de momo” conto carnavalesco.

OBRAS DO AUTOR:

Sinopse:

Felipe Pai D`Égua

O nome “Felipe Pai D´égua”, procede de uma pessoa misteriosa que realmente existiu, nos anos 40 no interior do Maranhão.

A história é um drama onde a realidade e a ficção se entrelaça.

Num ambiente campestre nasce uma intrigante história de amor, ódio e vingança, cheia de mistério que se encobre em alguns dos protagonistas, contendo cenas violentas e dramáticas. Baseado na luta de uma jovem que tenta a todo custo viver laboriosamente, mas o destino torce sua vida de maneira desastrosa e cruel. Confronto entre pessoas pacíficas e poderosas, brutais e maldosas formando um labirinto de emoções. Amores abreviados por conta da fatalidade, e buscas de interrogações sem retorno.

Sinopse:

Robô Tote: 

Sucata de Aço

A história de construir um robô totalmente de sucata nasceu da imaginação de dois idosos “metidos” a “técnicos em robótica”.

O robô seria apenas uma obra artística para participar de exposições às quais nós sempre participamos. Mas começou a se materializar não mais como uma simples obra de arte, após o mesmo estar na fase final de acabamento, quando minha esposa olhou a peça já nos últimos retoques, e questionou se o robô não ia andar!

Dai para frente iniciou-se um episódio um tanto pitoresco, depois de muita luta o robô andou, mas minha ajudante queria mais, que fizesse outros movimentos. E após acertos e erros finalmente o Robô Tote estava se movimentando e fazendo quase todas as tarefas de uma máquina eletromecânica faz.

Apesar de muitos contratempos, resolvi escrever toda a trajetória sobre a construção de uma peça quase totalmente de material reciclado.

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